A gente encontrao que está dandoerrado na lavoura.
Sou Sérgio Franco, trinta anos de campo entre o tanque de diesel e o talhão de soja. A Effatha resolve parte disso. O diagnóstico mostra o resto, e você não paga para descobrir.
Quatro frentes de trabalho, um jeito só de resolver.
Da lavoura ao tanque de combustível, cada solução começa com um diagnóstico técnico e termina num número que dá para conferir.
Principal aposta · Tecnologia agrícola via satélite
Effatha — a lavoura que responde
Frequências eletromagnéticas de baixíssima intensidade (ELF) emitidas por satélite estimulam o metabolismo vegetal e a absorção dos nutrientes que já estão no seu solo. Sem insumo extra, sem resíduo e sem nada instalado no campo.
15–25% mais produtividadeCana-de-açúcarSojaMilhoCaféAlgodãoentre outras
FQ4 e Filtros Ezatta contra o "prejuízo silencioso": água, borras, fungos e filtros que morrem antes da hora. Toda armazenagem de diesel gera contaminação — a questão é se você já a detectou.
3%+economia de diesel
70%menos CO₂
80%menos manutenção
10×filtragem
03
OLUC sem risco legal
Coleta e destinação de óleo lubrificante usado com rastreabilidade total, MTR eletrônico e conformidade CONAMA 362.
100%conformidade
Zeromultas
04
Intermediação comercial com inteligência técnica
Óleo básico, hidráulico, de transformador, BPF, lubrificantes e produtos químicos — com análise técnica e negociação orientada a resultado financeiro real.
A planta absorve menos do que você pensa que absorve.
Do nutriente aplicado, a planta aproveita só uma fração. A Effatha não acrescenta nada: ela melhora a absorção do que já está no solo. No diesel a lógica é a mesma, proteger o que você já paga antes de comprar mais.
É essa lógica de perdas invisíveis que conecta todas as soluções Francolub.
Ganho médio de produtividade15–25%
Economia no consumo de diesel3%+
Redução de emissões (CO₂)até 70%
Redução de custo de manutençãoaté 80%
Vida útil da filtragem3×
Produtor não compra tecnologia, compra resultado. E resultado não se promete: se mede.
Sérgio FrancoFundador · Francolub Ambiental
30 anos de campoAtendimento consultivo
Quem está por trás
Trinta anos olhando o que a operação não vê.
Sérgio Franco construiu sua carreira em combustíveis e lubrificantes diagnosticando perdas invisíveis: a água no tanque, a borra no filtro, a parada que "pareceu aleatória". Hoje, leva a mesma disciplina de diagnóstico para o agronegócio.
A abordagem é sempre consultiva: primeiro a análise da operação, depois a solução — nunca o contrário. Cada recomendação chega com projeção clara de economia e um plano de validação medido nos números do próprio cliente.
Diagnóstico antes da soluçãoAnálise operacional criteriosa — sem proposta genérica.
Validação comparativaResultados medidos lado a lado, no campo do cliente.
Sustentabilidade com retornoESG que se paga: cada solução tem ROI demonstrável.
Perguntas frequentes
O que me perguntam no campo, com a resposta que dou.
Ceticismo é justo. Estas 12 perguntas aparecem em toda visita técnica, e a resposta costuma ser o talhão comparativo.
São mais de 3.000 experimentos em campo, com ESALQ, USP, EMBRAPA, UNICAMP e Harvard, e patente em 120 países. Mas o número que importa é o da sua fazenda: o talhão comparativo custa zero, divide a área ao meio e mede o resultado na colheita.
Moda não sobrevive a patente em 120 países, a 3.000 experimentos documentados e a trabalhos publicados por Harvard e University of Florida. A agricultura de precisão era tratada como modinha há 20 anos e virou padrão. Dá para ocupar uma posição favorável agora.
A pergunta certa. Qual era a base científica da outra? A Effatha tem 3.000+ experimentos de campo em instituições como ESALQ, USP, EMBRAPA e Harvard. E o teste acontece nas suas condições: mesmo solo, mesmo manejo, mesma data de plantio.
Primeiro olhe o retorno: a média documentada é de 15–25% mais produtividade por hectare, sem um grama extra de insumo. E o primeiro passo não custa nada. Se o resultado não aparecer, você perdeu um talhão de teste, nada mais.
Tecnologia nova sempre começa assim. Hoje a Effatha opera em mais de 15 países, com patente em 120, e está chegando ao Brasil agora. Dá para ser pioneiro na sua região, como foram os primeiros adotantes da agricultura de precisão.
É para isso que existe o talhão comparativo. Metade da área recebe a tecnologia, metade não. Mesma cultura, mesmo manejo, mesma data. Você passa a safra inteira só olhando, com relatório mensal, e compara na colheita.
Maior rigor, melhor. Os estudos da ESALQ, USP e EMBRAPA estão disponíveis, e eu vou pessoalmente se precisarem. O melhor caminho é envolver o agrônomo na definição dos critérios de medição antes do plantio. A decisão fica com dados.
Qualquer talhão serve — 1 hectare já é suficiente para um comparativo válido. Metade tratada, metade testemunha, mesmo manejo. A tecnologia é aplicada via satélite: nada é instalado, nada é alterado na sua rotina de operação.
Entendemos a prudência. Mas enquanto se espera, outros já estão colhendo 15–25% a mais. E o risco de não esperar é zero: o talhão comparativo é gratuito, sem compromisso e sem área estratégica em jogo. Se quiser, conectamos você a produtores que já estão testando.
Base alta é boa notícia, e é justamente aí que 20% pesa: sobre uma produção boa, o ganho vira mais sacas ou mais TCH do que sobre uma base fraca.
E deve investir — a Effatha não substitui fertilizante, é complementar. A planta absorve em média apenas uma fração do nutriente aplicado; a tecnologia atua na fisiologia para melhorar essa absorção. Ou seja: o fertilizante que você já compra passa a render mais.
Existem resultados documentados em soja, milho, cana, café, algodão, trigo, tomate, amendoim, sorgo e pastagens. A resposta fisiológica vale para qualquer cultura que ganhe com maior absorção de nutriente. Diga qual é a sua que monto o talhão nela.
Sua dúvida não está aqui? Sérgio responde pessoalmente no WhatsApp.